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Como a sua empresa pode ajudar a evitar tragédias.

No último dia 21 de junho, um grave acidente na BR-101, altura de Guarapari (ES), deixou 23 mortos. Tudo ocasionado por uma carreta com 41 toneladas de granito que acabou invadindo a pista contrária e colidiu com um ônibus. Segundo a perícia do acidente, o motorista da carreta estava sob efeitos de rebite e cocaína. Ainda, de acordo com a esposa do caminhoneiro, o uso era para que ele pudesse suportar sua jornada excessiva de trabalho.

De acordo com a matéria de 17 de julho de 2017, publicada pelo portal Estradas.com.br, apesar da obrigação da realização do exame toxicológico de larga janela já existir desde abril de 2016, (na admissão e demissão de motoristas habilitados nas categorias C, D e E), apenas 3% das empresas que empregam motorista estão cumprindo a norma, segundo dados do ITTS – Instituto de Tecnologias para o Trânsito Seguro –. Ou seja, além do descumprimento da lei, estas companhias estão, diariamente, colocando seus colaboradores e outros civis em risco.

Além disto, a matéria mostra que o Ministério do Trabalho, apesar de estar ciente desta estatística, nada fez mesmo após o acidente e a comprovação do uso de drogas por parte do motorista que ocasionou a tragédia. Sua assessoria de imprensa justificou: “… os sindicatos de motoristas profissionais de todo o país têm conseguido na Justiça, em caráter liminar, a suspensão dessa exigibilidade, tanto no que diz respeito ao exame toxicológico para fins de renovação da CNH quanto por ocasião da admissão e demissão de empregados motoristas. ”. Entretanto, segundo apuração feita pelo portal Estradas.com.br, não existem liminares e todas foram derrubadas, em sua maioria, há mais de 1 ano.

Ainda, por meio de sua assessoria, o Ministério do Trabalho informou que havia sim fiscalização nos estados onde não foram concedidas liminares, caso do Espírito Santo, mas não apresentou nenhum documento de qualquer fiscalização realizada.

Já a Superintendência Regional do Ministério do Trabalho no Espírito Santo confirmou que a empresa Jamarle Transportes, contratante do condutor da carreta, já havia admitido e demitido motoristas após a implantação da exigência do exame toxicológico. Contudo, o órgão não soube informar se a empresa havia providenciado os exames como determina a lei.

Por fim, a ABRATOX, associação que reúne os laboratórios credenciados que fazem o chamado exame toxicológico de larga janela, informou que não constam nos registros de nenhum laboratório a realização de exames contratados pela Jamarle Transportes.

Portanto, é extremamente importante que você, empregador, mantenha os exames toxicológicos de seus profissionais sempre em dia e ofereça condições ideais de trabalho. Afinal, estes caminhoneiros não estão apenas trabalhando com o transporte de cargas, mas também atuando em circunstâncias que envolvem muitas vidas.

Para mais informações, veja a matéria completa realizada pelo portal Estradas.com.br, no seguinte endereço: http://estradas.com.br/ministerio-do-trabalho-nao-fiscaliza-exames-toxicologico-apesar-de-acidente-grave/

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Sobre: Exame Cabelo

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